O governo federal avalia a criação de um novo benefício social no valor de R$ 1.200, que poderá contemplar cerca de 11 milhões de brasileiros em situação de vulnerabilidade. A medida ainda está em fase de estudos técnicos e deve ser encaminhada ao Congresso nas próximas semanas, caso receba aval do Ministério da Fazenda.
A proposta surge em meio ao aumento da pressão por políticas públicas que combatam a insegurança alimentar e o desemprego. O valor seria pago em parcela única e o foco seriam famílias de baixa renda não incluídas no Bolsa Família, especialmente mulheres chefes de família, desempregados e trabalhadores informais.
Integrantes da equipe econômica indicam que o modelo do novo auxílio seguiria critérios semelhantes ao Auxílio Emergencial criado durante a pandemia da Covid-19, com cruzamento de dados do Cadastro Único e do INSS para evitar fraudes e garantir que o recurso chegue a quem realmente precisa.
A medida, se aprovada, poderá ser uma das principais ações do governo federal em 2025 para reaquecer a economia de base e minimizar os impactos sociais da inflação e da estagnação no mercado de trabalho.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não confirmou oficialmente a proposta, mas aliados afirmam que o tema tem sido debatido com prioridade no Palácio do Planalto. O impacto fiscal da iniciativa está em análise e deverá ser detalhado em nota técnica nos próximos dias.








