Na manhã desta sexta-feira(04), o Rio Amazonas atingiu a marca de 12,66 metros, registrando assim a pior seca em comparação com 2023. Mesmo com a crise hídrica, o embarque e desembarque de carga não será paralisado, assim como o fluxo de passageiros.
A cota ficou 4 cm abaixo da marca registrada no ano passado. De acordo com o Serviço Geológico do Brasil(SGB), os Rios Negro e Solimões estão em processo de cheia das cabeceiras, mas as mudanças serão sentidas em Manaus, apenas a partir da terceira semana de outubro.
Até este momento, a Defesa Civil do Amazonas informou que 747.642 pessoas são afetadas diretamente pela estiagem no estado. O órgão também informou que os níveis dos cursos de água estão em um estágio crítico, um patamar antes do pior cenário, o extremo.
No dia 12 de setembro, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) por meio da Defesa Civil Nacional reconheceu Estado de Emergência em 21 municípios afetados pela estiagem, estão na lista os municípios de São Paulo de Olivença e Careiro da Várzea, no Amazonas.
Agora, as prefeituras estão aptas a solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.





