Manaus | 4 de junho de 2026 | 05:12:25

Professora Maria do Carmo critica baixa elucidação de homicídios no Amazonas e cobra ações efetivas em segurança pública

Professora Maria do Carmo. Foto: asessoria

Uma pesquisa divulgada nesta semana pelo Instituto Sou da Paz revelou que apenas 41% dos homicídios ocorridos no Amazonas em 2023 foram solucionados, o mesmo índice do levantamento anterior. O número acendeu alertas sobre a efetividade das políticas de segurança pública no estado e gerou críticas por parte de lideranças políticas.

A professora Maria do Carmo (PL-AM), pré-candidata ao governo do Amazonas, comentou os dados e criticou a falta de respostas do Estado diante do cenário de violência. Para ela, o baixo índice de crimes solucionados reflete a ausência de prioridade e investimento real na área.

“Mais da metade das mortes seguem sem resposta. A família chora, o Estado se cala e a vida segue, como se fosse normal, mas não é”, afirmou Maria do Carmo.

A pré-candidata também acusou gestões anteriores de não cumprirem promessas relacionadas à segurança pública. Segundo ela, ações efetivas não têm acompanhado os discursos políticos.

“A velha política por aqui é especialista nisso: prometer novas ações de segurança enquanto o povo continua com medo de sair de casa. Enquanto isso, tem gente, principalmente a esquerda, que adora passar a mão na cabeça de bandido. Trata criminoso como vítima e a vítima como culpada. Não funciona”, declarou.

“Investigar, punir e proteger”

Maria do Carmo destacou que o trabalho dos policiais deve ser reconhecido, mesmo diante da falta de estrutura e valorização. Ela defende que o Estado seja firme no enfrentamento à criminalidade e defendeu um modelo de gestão com base em princípios conservadores.

“Segurança não é discurso bonito em palanque. É investigar, punir e proteger. O Amazonas precisa de um governo com princípios de direita raiz, firme e corajoso, para colocar ordem na casa. Porque do jeito que está, a impunidade virou rotina, e a rotina virou vergonha”, criticou.

A pré-candidata citou ainda dados de uma pesquisa (não especificada no release) que apontariam que seis em cada dez amazonenses desejam mudança na política estadual. Para ela, esse sentimento é reflexo do esgotamento da população com promessas não cumpridas.

“Chega de promessas recicladas. O povo quer mudança e essa mudança tem lado, tem valor e tem direção”, finalizou.

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