O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou na manhã deste sábado (3) que forças especiais americanas capturaram o líder venezuelano Nicolás Maduro e a primeira-dama, Cilia Flores. A ação, denominada por analistas e documentos preliminares como parte da “Operação Lança do Sul”, ocorreu durante uma madrugada de intensos bombardeios na capital venezuelana.
A Madrugada de Fogo em Caracas
Por volta das 2h15 (horário local), residentes de Caracas foram acordados por explosões coordenadas em pontos estratégicos. Relatos indicam que unidades da Delta Force realizaram ataques cirúrgicos contra infraestruturas de comunicação e centros de comando militar, incluindo o Forte Tiuna e a base aérea de La Carlota.
Vídeos compartilhados em redes sociais mostram colunas de fumaça subindo de instalações governamentais e helicópteros militares sobrevoando a cidade em baixa altitude sob um blecaute quase total na zona sul da capital.
O Anúncio de Trump
O presidente americano utilizou sua rede social, Truth Social, para dar a notícia que chocou o mundo:”Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea.”Trump convocou uma coletiva de imprensa de emergência para as 13h (horário de Brasília) em sua residência em Mar-a-Lago, onde deve apresentar evidências da captura e detalhar os próximos passos da intervenção.
Reação e Mobilização na Venezuela
O governo venezuelano, antes do anúncio da captura, havia decretado Estado de Comoção Nacional. Em nota oficial, o Ministério da Defesa, liderado por Vladimir Padrino, classificou o ato como uma “agressão imperialista criminosa” e convocou a população para a “luta armada” em defesa da soberania nacional.
No entanto, com a cúpula do poder supostamente sob custódia americana, o país vive um vácuo de autoridade e incertezas sobre o comando das Forças Armadas Bolivarianas.
Contexto Internacional
A operação ocorre após meses de escalada militar no Caribe, onde os EUA já mantinham um bloqueio naval sob o pretexto de combate ao narcotráfico. Em dezembro de 2025, a recompensa pela captura de Maduro havia sido elevada para 50 milhões de dólares, sinalizando que Washington estava pronto para uma ação direta.
Últimas Atualizações:
Rússia: O Kremlin condenou o ataque, chamando-o de “hostilidade ideológica injustificável”.
Colômbia: O presidente Gustavo Petro ordenou a mobilização de tropas para a fronteira para evitar uma crise humanitária e conter possíveis transbordamentos do conflito.




