A perícia confirmou que a causa da morte de Jéssica Manoele da Costa Ataíde, de 31 anos, foi broncoaspiração situação em que a pessoa vomita e acaba aspirando o conteúdo para os pulmões, o que pode levar à morte de forma rápida.
De acordo com as investigações, Jéssica passou mal após utilizar a chamada “caneta emagrecedora”, que conteria a substância tirzepatida, princípio ativo do medicamento Mounjaro.
O uso teria sido feito sem prescrição médica e sem acompanhamento profissional, o que agravou os riscos.
A perícia apontou que os vômitos intensos, um dos efeitos colaterais mais graves, levaram à broncoaspiração fatal.
Especialistas alertam que, em muitos casos, as mortes associadas a esse tipo de produto não estão ligadas ao medicamento original, mas sim a versões falsificadas ou manipuladas, vendidas de forma clandestina, sem controle de qualidade, pureza ou esterilidade.
O caso acende um alerta importante sobre os perigos do uso indiscriminado de medicamentos para emagrecimento, especialmente aqueles adquiridos fora do sistema legal e sem orientação médica.
Autoridades reforçam que medicamentos desse tipo só devem ser utilizados com prescrição, acompanhamento profissional e procedência garantida, pois o uso irregular pode levar a complicações graves e até à morte.









