O homem foi orientado a se manter isolado devido a confirmação do exame de sua esposa que registrou o primeiro caso de coronavírus no Amazonas.
Após a confirmação do primeiro caso de coronavírus no Amazonas, um investigador da polícia civil, casado com a mulher de 39 anos que contraiu o vírus após viajar para Europa, foi orientado a ficar em quarentena devido o contato que teve com a portadora do vírus.
Entretanto, na última quinta-feira (12), o homem virou notícia, após quebrar o protocolo e se dirigir até a Delegacia-Geral de Manaus para entregar um atestado pedindo licença médica. Após o episódio, todas as pessoas que estavam no prédio foram obrigadas a usar máscaras e se manterem isoladas em quarentena devido a imprudência que causou preocupação e revolta nos colegas.

No dia seguinte, as autoridades de Manaus convocaram uma coletiva de imprensa e confirmaram o caso.
O casal retornou da Europa no dia 11 de março, mais precisamente de Londres, e ao chegar na capital do Amazonas, a mulher que apresentava sintomas gripais se dirigiu até uma unidade de saúde onde fez exames e teve seu caso confirmado. Já o investigador está assintomático.
De acordo com o código penal, o perigo de contágio é crime e o infrator poderá ser receber a punição de um a quatro anos de reclusão ou multa.
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