Manaus | 4 de junho de 2026 | 10:30:06

Condenado pelo Tribunal Internacional Putin não comparece ao G20

Foto: Reprodução

A Cúpula do G20, realizada sob a presidência do Brasil, reúne 19 chefes de Estado e de Governo, além de representantes da União Europeia, União Africana e países convidados. O único líder ausente é o presidente russo, Vladimir Putin, que enviou o ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, como representante oficial.

O presidente russo, tem um mandado de prisão em aberto por crimes de guerra, emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) de Haia, ao qual o Brasil é signatário, tendo obrigação de prender Putin, caso viesse ao Brasil. Além disso, a Ucrânia solicitou que o Brasil prendesse Vladmir Putin, caso ele comparecesse ao G20, deixando as relações entre os três países mais tensas.

Com o tema central pautado pela inclusão social, reforma da governança global e transições energéticas, os líderes se concentram na elaboração de um documento que reflita consenso sobre os três eixos propostos pelo Brasil.

Abertura com foco no combate à fome

A cerimônia de abertura, realizada nesta segunda-feira (18), foi marcada pelo lançamento da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, iniciativa que reforça o compromisso do grupo com ações para reduzir desigualdades em nível global.

Agenda estratégica

Entre os principais pontos da agenda, o debate sobre transições energéticas está programado para a manhã desta terça-feira (19). A expectativa é que os líderes discutam formas de acelerar a descarbonização, priorizando fontes limpas e renováveis de energia.

O encerramento do primeiro dia de discussões será marcado por uma recepção oficial oferecida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos chefes de delegações.

Brasil na liderança

Sob a presidência do Brasil, o G20 busca reforçar a inclusão de nações em desenvolvimento no cenário global e avançar em pautas de governança que atendam às demandas de sustentabilidade e justiça social. Essa abordagem reflete o esforço brasileiro em destacar o papel dos países emergentes nas decisões globais.

A Cúpula segue até o dia 19 de novembro, com a expectativa de que sejam anunciados compromissos concretos em prol de um desenvolvimento mais equilibrado e sustentável.

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