Em passagem por Manaus neste domingo (17), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, realizou a assinatura de uma proclamação histórica no Museu da Amazônia (MUSA). O evento contou com a presença do diretor-geral da entidade, Filippo Stampanoni, do diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Henrique dos Santos Pereira, da pesquisadora Dra. Camila Ribas, além de Peter Fernandez, CEO da empresa de reflorestamento e remoção de carbono Mombak. Também participaram líderes indígenas de destaque, como Altaci Kokama (Amazonas), Kelliane Wapichana (Roraima) e Simone Xerente (Tocantins).
Biden, que segue ainda hoje para o Rio de Janeiro para a reunião do G-20, destacou na proclamação que “a conservação é essencial para proteger meios de subsistência, preservar ecossistemas e combater as mudanças climáticas, garantindo um futuro sustentável para as próximas gerações”.
Além disso, o presidente anunciou a ampliação significativa do financiamento climático internacional, com uma meta anual de US$ 11 bilhões, um aumento expressivo em relação aos US$ 1,5 bilhão destinados em 2021.
Biden encerrou sua visita com um pronunciamento no MUSA, destacando a importância global da Amazônia e reforçando o compromisso dos EUA em apoiar ações de preservação e sustentabilidade. Antes disso, o presidente sobrevoou a região por 30 minutos, observando áreas de desmatamento e incêndios florestais.
Joe Biden é o primeiro presidente em exercício dos EUA a visitar Manaus, marcando um momento histórico para a relação entre os dois países e a agenda ambiental internacional.






