Manaus | 19 de julho de 2026 | 22:39:26

Ator de “A Paixão de Cristo” viverá Bolsonaro em filme sobre eleição de 2018.

No dia 7 de dezembro de 2025, foram divulgadas as primeiras fotos de bastidores com Jim Caviezel caracterizado como Jair Bolsonaro — em que ele surge vestido com camisa verde-amarela, em palanque, com bandeiras ao fundo, caracterizando uma cena de comício ou campanha.


Também foram divulgadas imagens e vídeos vazados segundo a produção que retratam a cena do atentado a faca sofrido por Bolsonaro durante a campanha de 2018, um dos momentos centrais da narrativa do filme. Nelas, Caviezel aparece sendo carregado por apoiadores, segurando a barriga em dor, simulando a facada.

O que a trama promete mostrar
“Dark Horse” pretende recontar a trajetória política de Jair Bolsonaro a partir da eleição de 2018, incluindo os eventos marcantes daquela campanha o momento da facada, a popularidade, comícios, e os bastidores da ascensão ao poder.


Alguns trechos do roteiro (segundo reportagens) indicam que o filme deve incluir cenas com forte carga dramática e de ação há menção a confrontos, tensões políticas, e até ambientações de conflito, o que pode ampliar o alcance da narrativa além da biografia tradicional.

Situação atual e previsão de lançamento
As gravações tiveram início em 2025, com filmagens no Brasil e participação do elenco internacional.


O longa está em fase de pós-produção, com previsão de estreia em 2026. A divulgação das primeiras imagens gerou forte repercussão nas redes, reacendendo debates sobre representações políticas e memória histórica no cinema.


Controvérsias e debates desde o anúncio
A escolha de Jim Caviezel ator já associado a pautas conservadoras e com histórico de posicionamentos polêmicos como intérprete de Bolsonaro já provoca reações fortes, dividindo opiniões entre apoio e críticas.


O fato de o filme ser produzido em inglês e com elenco internacional sugere uma tentativa de alcançar público fora do Brasil o que levanta questionamentos sobre como será retratada a realidade nacional e quais versões da história serão privilegiadas.


A veia dramatizada e com cenas de ação da produção insere o longa no campo de filme-biografia “épico/político”, o que pode influenciar a forma como o público interpreta eventos reais tornando o filme alvo de debates sobre memória, revisionismo e influência política através da arte.

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