A proposta está relacionada à possibilidade de revisão técnica dos contratos, mecanismo que permitiria às operadoras solicitar reajustes extraordinários quando alegarem desequilíbrio financeiro e aumento dos custos assistenciais.
A medida ainda está em discussão e não significa que todos os beneficiários terão aumento de 20%. Caso seja aprovada, a aplicação dependerá das regras definidas pela ANS e da situação específica de cada contrato.
Atualmente, o reajuste anual dos planos individuais e familiares regulamentados é limitado pela ANS. Para o período de maio de 2026 a abril de 2027, o teto definido pela agência é de 5,11%.
A possibilidade de novos reajustes preocupa consumidores, especialmente diante do alto custo das mensalidades e do impacto que aumentos sucessivos podem causar no orçamento das famílias.






