MANAUS (AM) – O aniversário de 59 anos da Zona Franca de Manaus (ZFM), neste sábado (28/2), serviu de cenário para um posicionamento estratégico da pré-candidata ao Governo do Amazonas, Professora Maria do Carmo (PL). Em tom de diagnóstico sobre o atual momento do Polo Industrial de Manaus (PIM), a empresária defendeu que a defesa do modelo precisa ir além da manutenção de incentivos, focando na modernização e na expansão para novas matrizes.
Maria do Carmo ressaltou os números que sustentam a importância da ZFM: mais de 130 mil empregos diretos e a preservação de 97% da floresta amazônica no estado. No entanto, pontuou que o modelo enfrenta desafios que exigem uma postura mais incisiva por parte do Executivo estadual diante das pressões fiscais de outras regiões do país.
“A Zona Franca gera emprego, renda e mantém a floresta viva. Mas vamos falar a verdade: a Zona Franca precisa ser defendida com firmeza e de um governo que compreenda sua importância estratégica. O Governo do Estado pode fazer mais”, avaliou.
Propostas de Expansão
A análise da pré-candidata foca na descentralização da economia. Para ela, o modelo de 59 anos deve servir de base para o fortalecimento de setores que ainda não atingiram seu pleno potencial no Amazonas. Entre os compromissos citados para um eventual novo ciclo estão:
Incentivos Estratégicos: Foco em novas tecnologias e competitividade.
Interiorização da Renda: Valorização da pesca, agronegócio sustentável e bioeconomia.
Perfil de Gestão
Ao se posicionar como pré-candidata, Maria do Carmo reforçou seu perfil técnico, destacando sua atuação como gestora e empresária. Ela afirmou que sua intenção ao disputar o comando do Estado é oferecer uma alternativa de gestão que “olhe para aquilo que tem sido esquecido”, buscando ser a primeira mulher a comandar o Executivo amazonense.
Para o mercado político, o posicionamento de Maria do Carmo no aniversário da ZFM indica que a pauta econômica e a diversificação de matrizes serão os pilares centrais de seu plano de governo, buscando atrair o eleitor que deseja a preservação do modelo, mas cobra avanços na gestão pública.









