O Supremo Tribunal Federal (STF) entrou no centro do debate eleitoral de 2026. Entre os presidenciáveis, há propostas que vão desde mudanças na atuação da Corte até alterações no número de ministros e nas regras para indicação.
O candidato Flávio Bolsonaro (PL) defende limitar decisões individuais de ministros, restringir quem pode apresentar determinadas ações ao STF e estabelecer novas regras para indicações à Corte.
Augusto Cury (Avante) propõe mudanças mais amplas, incluindo o fim da vitaliciedade dos ministros do Supremo e a adoção de mandatos.
Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) adota uma posição diferente e defende o aperfeiçoamento do sistema de Justiça por meio do diálogo entre os Poderes, preservando a autonomia das instituições.
Outros candidatos, como Ronaldo Caiado, Renan Santos e Clariana Barão, não apresentam propostas específicas sobre o STF em seus planos de governo, segundo levantamento publicado recentemente.
O debate ganhou força durante a atual campanha eleitoral e envolve temas como decisões monocráticas, indicação de ministros, duração dos mandatos e relação entre Executivo, Legislativo e Judiciário.
As propostas ainda dependem de mudanças constitucionais ou legais para serem implementadas e não significam alteração imediata na estrutura do STF.









