Manaus | 3 de junho de 2026 | 01:19:46

“Que apodreça na cadeia”: O grito de dor da mãe de vítima espancada por personal no Pará

Tomé-Açu (PA) – O choque causado pela brutalidade do personal trainer Pedro do Nascimento Santana Júnior ganhou novos e dolorosos contornos nesta terça-feira (3). Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o cenário de horror logo após o ataque: a vítima, de 31 anos, aparece desfigurada e em estado de choque, evidenciando a força desproporcional usada pelo agressor que, por profissão, é especialista em anatomia e esforço físico.

O Desabafo de uma Mãe

O ponto mais emocionante e revoltante das novas atualizações é o relato da mãe da vítima. Em um vídeo gravado após a internação da filha, ela não esconde a revolta contra o ex-genro. Entre lágrimas, a mãe expressou o sentimento de justiça que ecoa por toda a cidade de Tomé-Açu.

“Eu espero que ele apodreça na cadeia. Que aconteça tudo de ruim para ele, porque o que ele fez com a minha filha não se faz nem com um animal”, desabafou, emocionada, ao descrever o sofrimento da família.

Flagrante e Prisão

Novas imagens também registraram o momento em que Pedro foi capturado pelas equipes da Polícia Militar na manhã de segunda-feira (2/3). Diferente da agressividade demonstrada durante a emboscada na noite de domingo, quando derrubou a namorada de um mototáxi para espancá-la, o personal apareceu cabisbaixo no momento da prisão. Ele foi encaminhado à Delegacia de Tomé-Açu e responderá por tentativa de feminicídio.

Estado de Saúde Crítico

A vítima segue sob cuidados intensivos no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua. As lesões no rosto e no corpo são severas. O caso acende um alerta máximo sobre a segurança das mulheres na região: o uso da “técnica” profissional para torturar uma parceira é um agravante que a acusação pretende usar para garantir a pena máxima.

O rastro de destruição deixado por Pedro Santana Júnior não atingiu apenas o corpo da vítima, mas destruiu a paz de uma família inteira, que agora vive entre corredores de hospital e delegacias, clamando para que este não seja apenas mais um número nas estatísticas de impunidade.

Como ajudar?

A denúncia é a única arma contra o silêncio. Se você sabe de algum caso de violência em sua vizinhança ou família, não se cale:

Ligue 180: Central de Atendimento à Mulher.

190: Polícia Militar.


Veja o vídeo clicando AQUI

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