Uma mulher conhecida pelos apelidos de “Japinha” ou “Penélope Charmosa”, supostamente ligada ao Comando Vermelho (CV), teria sido atingida por um tiro de fuzil no rosto durante a recente operação policial nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
No entanto, a Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro (SSP-RJ) não incluiu seu nome na primeira lista oficial de mortos divulgada após a operação. A ausência gerou especulações de que ela poderia ter forjado a própria morte ou estar foragida.
Não há, até o momento, confirmação oficial da morte pela polícia ou pelo Instituto Médico Legal (IML). As imagens compartilhadas nas redes sociais que supostamente mostram “Penélope” não foram verificadas por autoridades competentes.
Especialistas em segurança pública ressaltam que, em operações de grande porte, atrasos ou falhas na divulgação de listas de vítimas são comuns, especialmente quando se trata de suspeitos ligados a organizações criminosas. A repercussão em redes sociais, entretanto, potencializa teorias sobre a sobrevivência de figuras simbólicas dentro dessas facções.
A operação, considerada uma das maiores do ano, envolveu milhares de agentes e resultou em dezenas de mortos, de acordo com a SSP-RJ. A presença feminina entre os envolvidos, simbolizada por “Penélope Charmosa”, chamou atenção pela ostentação de armas e pelo perfil de destaque em grupos criminosos.







