O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou ao centro das discussões sobre o caso Banco Master após a divulgação de notas fiscais emitidas por seu escritório de advocacia.
Os documentos mostram a emissão de duas notas fiscais de R$ 500 mil cada para a empresa Copenhagen Assessoria e Consultoria. As cobranças, porém, foram canceladas no mesmo dia em que foram emitidas, segundo os registros.
Dois dias depois, o escritório de Flávio emitiu uma nova nota fiscal para outra empresa, a Contábil Correa, referente à prestação de serviços de assessoria jurídica.
Em manifestação nas redes sociais, o senador afirmou que prestou serviços apenas à Contábil Correa e que recusou trabalhar para a Copenhagen. Segundo ele, as notas emitidas para essa empresa foram canceladas porque o contrato não chegou a ser firmado.
O caso ganhou repercussão por envolver empresas e pessoas citadas nas investigações relacionadas ao Banco Master, que apuram possíveis irregularidades financeiras. Flávio Bolsonaro sustenta que sua atuação ocorreu dentro da legalidade e que a relação profissional mencionada foi exclusivamente de natureza jurídica.






