Uma investigação revelou que o PCC (Primeiro Comando da Capital) estaria adulterando combustíveis com metanol, produto químico altamente tóxico e proibido no setor automotivo. A prática teria como objetivo ampliar os lucros com a venda clandestina em postos e distribuidoras irregulares.
O metanol, além de causar danos irreversíveis a motores e sistemas de injeção, representa um risco direto à saúde. Especialistas alertam que a substância pode provocar cegueira, intoxicação grave e até morte se inalada ou ingerida. Há também risco de explosões e incêndios em veículos abastecidos com o produto adulterado.
As autoridades recomendam que motoristas desconfiem de preços muito abaixo da média e abasteçam apenas em postos de confiança. O caso é monitorado pelo Ministério Público e pela Polícia Federal, que investigam a participação do crime organizado no esquema.






