A britânica Chelsea Tantum perdeu a vida aos 30 anos, em 30 de setembro de 2026, após enfrentar um melanoma avançado, um tipo agressivo de câncer de pele. Natural de Manchester, ela começou a utilizar câmaras de bronzeamento artificial ainda na adolescência, aos 15 anos.
Aos 28 anos, Chelsea identificou uma pinta no braço que posteriormente foi diagnosticada como melanoma metastático. A doença avançou rapidamente e atingiu diferentes partes do corpo, incluindo coluna, costelas, pélvis, pulmões, fígado e cérebro.
Durante os últimos anos de vida, ela dedicou parte de sua trajetória à conscientização sobre os perigos do bronzeamento artificial e à arrecadação de recursos para instituições que apoiam pacientes com melanoma.
O caso reforça o alerta de especialistas sobre os riscos da exposição à radiação ultravioleta emitida por equipamentos de bronzeamento. Esse tipo de radiação pode provocar danos às células da pele e aumentar o risco de câncer.
No Brasil, o uso de câmaras de bronzeamento artificial para fins estéticos é proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 2009. A medida busca reduzir os riscos associados à exposição intensa à radiação ultravioleta.
A história de Chelsea deixa um alerta sobre a importância da prevenção, da proteção solar e da avaliação médica de pintas que mudam de tamanho, formato ou cor.






