Ter autonomia sendo casada – 1962
A criação do Estatuto da Mulher Casada garantiu que as mulheres não precisassem mais da autorização do marido para trabalhar. Além disso, conquistaram o direito à herança e a possibilidade de pedir a guarda dos filhos em casos de separação.
Casar sem ser “virgem” – 2002
Até 2002, o Código Civil brasileiro permitia que um homem anulasse o casamento caso descobrisse que a esposa não era virgem antes da união. A extinção desse artigo foi um passo fundamental na luta contra a moralidade machista imposta sobre os corpos femininos.
Jogar futebol – 1983
O futebol feminino foi oficialmente regulamentado, permitindo que mulheres competissem, criassem ligas e utilizassem estádios. Antes disso, a prática do esporte por mulheres era proibida por lei, sob justificativas absurdas de que poderia comprometer sua feminilidade.
Poder se divorciar – 1977
Até a aprovação da Lei do Divórcio, as mulheres estavam legalmente presas a casamentos infelizes, sem qualquer possibilidade de reconstruir suas vidas de forma independente.
Ter cartão de crédito – 1974
Até os anos 1970, mulheres solteiras ou divorciadas que solicitassem um cartão de crédito muitas vezes precisavam de um homem para assinar o contrato. Somente após mudanças na legislação puderam exercer autonomia financeira sem depender de um tutor masculino.






