A situação em Lábrea (AM) é de emergência. Desde o dia 1º de fevereiro, a principal ligação da cidade com o resto do estado foi cortada. A ponte sobre o Rio Umari, na BR-230 (Transamazônica), desapareceu debaixo da água após a cheia do Rio Purus, deixando o tráfego de veículos totalmente parado.
O que isso significa na prática?
Lábrea não produz tudo o que consome e depende da estrada para sobreviver. O bloqueio traz três riscos imediatos:
Apagão Geral: A usina que gera energia para a cidade precisa de combustível que chega por caminhões. Sem estrada, o combustível não chega e a luz pode acabar.
Prateleiras Vazias: Caminhões com arroz, feijão, carne e outros alimentos estão impedidos de passar.
Saúde em Risco: O transporte de remédios e insumos hospitalares também depende dessa ponte.
Cobrança por solução
Diante do risco de um isolamento total, o presidente da Assembleia Legislativa (Aleam), deputado Roberto Cidade, enviou um pedido urgente ao DNIT no dia 4 de fevereiro. Ele exige que o órgão federal não apenas olhe a situação, mas apresente uma solução imediata para garantir a passagem de cargas essenciais.
O pedido foca em criar passagens provisórias ou alternativas para que Lábrea não fique “esquecida” e sofrendo com a falta do básico enquanto o rio não baixa.








