O ex-vocalista da banda britânica Lostprophets, Ian Watkins, de 48 anos, foi assassinado no último sábado (11/10) enquanto cumpria pena de 29 anos por crimes sexuais contra crianças, incluindo tentativa de estupro de um bebê. O crime ocorreu na prisão de Wakefield, em West Yorkshire, Inglaterra.
Segundo relatos de ex-detentos, Watkins era considerado um “zumbi” dentro da penitenciária, vivendo isolado e sendo abusado diariamente por outros presos que sabiam de seus crimes.
Dois detentos, Rashid Gedel (25 anos) e Samuel Dodsworth (43 anos), foram acusados do assassinato. De acordo com autoridades prisionais, Watkins foi esfaqueado no pescoço e declarado morto ainda no local, em um ataque descrito como extremamente brutal, que chocou agentes e outros detentos.
Fontes do “Daily Star” relataram que, na comunidade carcerária, os acusados “ganharam pontos” por eliminarem um pedófilo, e nas redes sociais muitos internautas comemoraram a morte de Watkins, considerado um dos presos mais notórios do Reino Unido.
Ex-presidiários descrevem Watkins como solitário, egocêntrico e implacável, sem amigos dentro da prisão, o que contribuía para sua vulnerabilidade. O caso reacende debates sobre a segurança de detentos de alta notoriedade e crimes sexuais dentro do sistema prisional.






