A esposa do influenciador e especialista em aviação Lito Sousa, Mila Seidl, explicou os detalhes da autorização concedida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a importação de um medicamento experimental destinado ao tratamento do marido.
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Lito foi diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma condição neurodegenerativa rara, de evolução rápida e sem tratamento aprovado capaz de interromper sua progressão.
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A autorização da Anvisa foi concedida em caráter excepcional após o Hospital Israelita Albert Einstein, que acompanha Lito, solicitar a importação do medicamento. Ele foi aceito em um programa internacional de uso compassivo.
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Mila fez questão de esclarecer que a decisão não representa uma exceção criada exclusivamente para Lito. Segundo ela, o uso compassivo é previsto em normas e pode ser solicitado por outras pessoas em situações semelhantes, desde que sejam apresentados os documentos e cumpridos os requisitos exigidos.
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“Não foi algo que foi feito para o Lito. Qualquer cidadão pode pleitear”, explicou Mila, ressaltando que cabe à Anvisa analisar cada pedido e decidir pela autorização ou não.
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A Anvisa informou que levou em consideração a gravidade da doença, sua evolução rápida, letal e irreversível, além da ausência de um representante do medicamento no Brasil.
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O medicamento experimental ainda não passou por estudos clínicos formalmente iniciados em seres humanos para doenças priônicas. Portanto, a autorização para Lito não significa que a eficácia ou a segurança do tratamento já estejam comprovadas.
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A família aguarda a chegada do medicamento ao Brasil e mantém esperança de que o tratamento possa representar uma nova possibilidade diante do diagnóstico.
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Esposa de Lito explica autorização da Anvisa para medicamento experimental
- Mila Seidl esclareceu que a liberação não foi um privilégio para o marido e explicou como funciona o uso compassivo de medicamentos no Brasil
Lêda Passos
Redatora informativa | Acadêmica de Jornalismo
dedicada a conteúdos que impactam o cotidiano.
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