Um comandante da Polícia Militar do Amazonas foi preso preventivamente após denúncias de agressões físicas contra mulheres no interior do estado.
A operação foi conduzida pelo Ministério Público e pela Polícia Civil, com base em vídeos e áudios que comprovariam os atos de violência.
Segundo o promotor de Justiça Armando Gurgel Maia, titular da 60ª Promotoria de Controle Externo da Atividade Policial (Proceapsp), a prisão teve como objetivo assegurar o andamento das investigações e evitar a repetição de condutas violentas.“A investigação está em andamento, conduzida tanto pelo Ministério Público quanto pelo Comando Geral da Polícia. A prisão foi requerida como resposta à conduta inaceitável de um servidor público da segurança”, afirmou o promotor.
De acordo com os depoimentos colhidos, a violência teria começado após uma funcionária de um comércio local recusar-se a vender bebidas fiado. Ao sugerir que o policial consultasse o dono do estabelecimento, ele teria iniciado uma confusão que culminou em agressões físicas.
O caso é tratado como violência de gênero, conforme reforçado pelo promotor: “O policial se envolveu em agressões exclusivamente contra mulheresO caso é tratado como violência de gênero, conforme reforçado pelo promotor: “ O que evidencia a motivação de gênero”.
As autoridades também apuram os crimes de lesão corporal qualificada por motivo de gênero, dano qualificado já que os celulares das vítimas foram destruídos e disparo de arma de fogo fora do protocolo operacional da PM-AM.
O nome do oficial não foi divulgado oficialmente. Ele segue preso preventivamente por ordem judicial.







