Suspeitas de manipulação de versão levantam preocupações sobre transparência nas investigações.
A Polícia Federal (PF) tomou medidas drásticas ao apreender os celulares de dirigentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em meio a suspeitas de que uma possível combinação de versões está ocorrendo para proteger Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF atualmente sob investigação.
As autoridades estão preocupadas com a transparência do processo investigativo diante das alegações de manipulação. A apreensão dos celulares visa garantir a integridade das informações e assegurar que a investigação conduzida de forma imparcial e sem interferência.
Vasques chegou a ter um mal estar durante o próprio depoimento à PF, na quinta-feira (10/8).
Linha do tempo
•Quarta-feira (9/8): PF cumpre mandados de busca e apreensão, prende preventivamente o ex-diretor da PRF, Silvinei Vasques e colhe o depoimento de 50 dirigentes da PRF da antiga gestão, que teriam participado do planejamento das blitze no segundo turno das eleições presidenciáveis do ano passado;
•Quinta-feira (10/8): Silvinei passa mal durante depoimento à PF. Silvinei é levado para a Papuda.
•Sexta-feira (11/8): A PF recolhe os celulares dos dirigentes que prestam depoimento.





