Embora o debate tenha sido “mais do mesmo”, os candidatos presentes Amom Mandel (Cidadania), Roberto Cidade (UB), Cap. Alberto Neto (PL) e Marcelo Ramos (PT) tiveram oportunidades para mostrar um pouco as suas intenções para melhorar a capital do Amazonas, mas também tiveram tempo para cometer erros que podem custar caro.
Um que repercutiu mal entre os telespectadores e foi bastante criticado nas redes sociais, foi o “lamento” de Roberto Cidade ao dizer que “infelizmente, o meu filho também é autista”. A frase foi dita quando um dos jornalistas encarregados de fazerem perguntas aos candidatos indagou quais seriam os projetos para as pessoas com Transtorno do Espectro Austista.
O candidato Amom não perdeu a oportunidade de expor Cidade. Vendo que o candidato do União Brasil havia cometido um erro, ele afirmou que foi diagnosticado com TEA aos 14 anos, e que “ser autista não é uma tristeza, não é nada negativo”. E aproveitando essa questão, Amom decidiu explicar o porquê estava usando “fones de ouvido”. Segundo ele, seria por causa da sensibilidade auditiva em decorrência do TEA, mas a explicação não foi bem aceita por quem acompanhava o debate. Muitos ficaram desconfiados de que, na verdade, os fones estariam sendo utilizados como um “ponto eletrônico” para fornecer informações ao candidato.









