O sambista Arlindo Cruz, falecido aos 66 anos, deixou um legado artístico inestimável e um patrimônio avaliado entre R$ 20 e 30 milhões. Entre os bens, estão direitos autorais de mais de 800 composições e quase 2 mil gravações, que garantem renda contínua.
Segundo informações divulgadas pela imprensa, a herança será partilhada entre a esposa, Bárbara Cruz, e os três filhos: Arlindinho, Flora e Kauan Felipe, este último fruto de um relacionamento extraconjugal.
A divisão seguirá as regras do direito sucessório brasileiro. A esposa terá direito à meação — metade dos bens adquiridos durante o casamento — e participará, junto aos filhos, da divisão da outra metade. Já os bens adquiridos antes do casamento serão divididos exclusivamente entre os filhos.
Ainda não há confirmação sobre a existência de testamento, mas a expectativa é que a partilha ocorra de forma igualitária entre os herdeiros legais. O caso volta a evidenciar como o patrimônio de artistas renomados pode gerar questões complexas de divisão, envolvendo bens materiais e direitos autorais.






