Manaus | 4 de junho de 2026 | 17:50:51

Hospital confirma que Henry Borel já estava morto quando chegou à unidade

RJ - CASO HENRY BOREL/DR. JAIRINHO/MONIQUE MEDEIROS/PRISÃO - GERAL - Policiais conduzem o vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (Solidariedade), que foi preso nesta quinta-feira, 08, no Rio de Janeiro. Policiais da 16ª DP (Barra da Tijuca, Rio) também prenderam a companheira de Dr. Jairinho, a professora Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel Medeiros, de 4 anos, morto em 8 de março. A Polícia Civil do Rio afirmou que a criança sofria agressões periódicas por parte do vereador Dr. Jairinho. Segundo os investigadores, conversas registradas num aparelho telefônico mostram que a babá de Henry relatou essas agressões à patroa, que teria mentido em depoimento à polícia. Após a morte, a babá foi pressionada a também mentir. 08/04/2021 - Foto: VITOR BRUGGER/AM PRESS & IMAGES/ESTADÃO CONTEÚDO

Documentos contrariam versão da defesa do ex-vereador Dr. Jairinho, que alega que as lesões encontradas no corpo do menino foram resultadas de manobras erradas de médicos e enfermeiros.

O relatório do Hospital Barra D’or contraria a versão de depoimento do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, e reafirma que o menino Henry Borel, que tinha 4 anos de idade, já chegou morto à unidade de saúde. O documento foi enviado ao Poder Judiciário, que investiga a morte do garoto. O relatório fala que ele deu entrada no hospital com parada cardiorespiratória e com lesões pelo corpo. A defesa do Dr. Jairinho nega e diz que as lesões foram resultadas de manobras erradas de médicos e enfermeiros. O ex-vereador está preso no sistema carcerário do Rio de Janeiro desde abril do ano passado, acusado de participação direta na morte do enteado. Ele perdeu o mandato de vereador da capital fluminense por causa da relação com o crime. Já a mãe da criança, a professora Monique Medeiros, voltou para a prisão na semana retrasada depois de ficar algumas semanas em prisão domiciliar. Os dois são réus na justiça do Rio de Janeiro por homicídio triplamente qualificado por motivo torpe com direito a tortura e sem defesa da vítima. Eles devem ir a réu popular ainda neste ano de 2022.

 

 

 

Fonte: JP Notícias

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