Manaus (AM) – O prefeito de Manaus, Renato Junior, participou nesta segunda-feira (13/04) da sessão solene de posse de 23 novos juízes substitutos do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM). O evento, realizado no auditório do Centro Administrativo Desembargador José de Jesus Ferreira Lopes, no bairro Aleixo, marcou o reforço do quadro de magistrados da Corte Estadual, que este ano celebra 135 anos de história.
Em seu pronunciamento, Renato Junior enfatizou que a chegada dos novos juízes fortalece o acesso à justiça, especialmente diante da complexidade geográfica da região. Segundo o prefeito, a relação entre o Executivo Municipal e o Judiciário é pautada pelo respeito institucional.
“Manaus se faz presente para reafirmar que o Judiciário e a Prefeitura possuem uma relação de harmonia. São 23 novos juízes que chegam para contribuir diretamente com o avanço da Justiça. O fortalecimento da magistratura é o que traz o verdadeiro acalento para as decisões que a nossa população tanto espera”, afirmou o prefeito.
Homenagem e Interiorização
A nova turma de magistrados foi batizada como “Turma Ministro Mauro Campbell Marques”, em homenagem ao amazonense que atualmente ocupa o cargo de corregedor nacional de Justiça. Renato Junior destacou o simbolismo da escolha, classificando o ministro como um “orgulho para o Amazonas”.
A entrada em exercício dos novos juízes deve refletir diretamente na agilidade processual, com foco especial nas comarcas do interior do estado. O presidente do TJ-AM, desembargador Jomar Ricardo Saunders Fernandes, reiterou que a prioridade da atual gestão é aproximar o Judiciário das comunidades ribeirinhas e povos tradicionais, onde o magistrado atua como a face mais próxima do Estado.
Fortalecimento Institucional
Para a administração municipal, o investimento em novos quadros no TJ-AM é um passo decisivo para garantir que o cidadão, principalmente em situação de vulnerabilidade, tenha seus direitos atendidos com maior celeridade.
A Prefeitura de Manaus reiterou, durante o evento, a disposição para manter parcerias que busquem a pacificação social e a proteção dos direitos fundamentais, pilares considerados essenciais para o desenvolvimento sustentável de toda a região amazônica.





