Após mais de 700 dias em cativeiro, o Hamas libertou 20 reféns israelenses em um movimento considerado histórico. A libertação foi resultado de negociações diplomáticas complexas, conduzidas com a mediação do Egito, Catar e apoio indireto das Nações Unidas.
Entre os libertados estão mulheres, idosos e um adolescente, todos em condições físicas frágeis, mas estáveis. Eles foram entregues à Cruz Vermelha, que confirmou o resgate e o traslado para Israel.
Autoridades israelenses classificaram o ato como um avanço significativo, mas destacaram que ainda há dezenas de reféns sob controle do grupo palestino. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país continuará “atuando por todos os meios possíveis” para garantir o retorno dos demais.
Analistas políticos apontam que o gesto pode abrir caminho para novas negociações de paz e reduzir temporariamente as tensões na Faixa de Gaza, após quase dois anos de conflito intenso e milhares de vítimas civis.







