O futuro de William Bonner na bancada do Jornal Nacional (JN) está em debate nos bastidores da TV Globo, gerando especulações sobre sua aposentadoria. A grande dúvida é se o jornalista permanecerá no cargo até as eleições de 2026, que definirão presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais. Bonner, que também atua como editor-chefe do principal telejornal da emissora, terá autonomia para decidir sobre seu desligamento.
Segundo fontes internas, César Tralli é o nome mais cotado para assumir a apresentação do JN assim que Bonner deixar o cargo. No entanto, Tralli deve ocupar apenas a função de âncora, sem acumular a responsabilidade de editor-chefe, que faz parte das atribuições atuais de Bonner.
Preparativos para a cobertura da eleição nos EUA
Enquanto a Globo organiza seus próximos passos para o JN, outras emissoras já estão alinhando a cobertura das eleições presidenciais nos Estados Unidos. Na Band, Adriana Araújo ficará uma semana ancorando o jornal diretamente dos EUA. A Record escalou Roberto Cabrini para liderar a cobertura, com o suporte dos repórteres Thiago Nolasco, Vandrei Pereira e José Luiz Filho. Já o SBT contará com Patrícia Vasconcellos, que desde 2018 é correspondente nos EUA, aproveitando seu conhecimento da política americana para acompanhar os desdobramentos da eleição.
A Globo também avalia a possibilidade de enviar um de seus âncoras para apresentar o Jornal Nacional diretamente dos Estados Unidos, reforçando a relevância do evento no cenário global. Enquanto isso, a expectativa sobre o futuro de William Bonner mantém os holofotes voltados para as decisões da emissora.









