Manaus | 14 de agosto de 2026 | 15:37:09

Trump fala em “força esmagadora” contra Houthis e promete novas ofensivas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (15) que as ofensivas militares contra os rebeldes Houthis, no Iêmen, são parte de uma estratégia para proteger ativos americanos e garantir a liberdade de navegação no Mar Vermelho. Em sua rede social, Truth Social, Trump destacou que os EUA usarão uma “força esmagadora” contra os insurgentes, sinalizando que novas operações podem ocorrer nas próximas semanas.

Ataques e justificativas

Os bombardeios americanos atingiram alvos estratégicos dos Houthis, incluindo instalações militares e sistemas de defesa aérea. Segundo o Ministério da Saúde do governo houthi, ao menos 31 pessoas morreram, incluindo civis, e 101 ficaram feridas. A emissora Al Masirah, controlada pelo grupo, afirmou que as ações atingiram bairros residenciais em Sanaa, a capital iemenita.

Trump justificou os ataques alegando que são uma resposta às ameaças dos Houthis a navios comerciais e militares no Mar Vermelho, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo. “Essas ações são para proteger os ativos de transporte, aéreos e navais americanos e para restaurar a Liberdade de Navegação”, declarou o presidente.

Reação internacional e expectativa de novas ofensivas

A ofensiva americana gerou forte repercussão no Oriente Médio. Os Houthis prometeram retaliação, afirmando que “responderão com uma escalada proporcional” à ação dos EUA. Autoridades do Irã, que apoiam os Houthis, condenaram os ataques, aumentando as tensões na região.

Fontes do Pentágono informaram à CNN que novas operações militares podem ser realizadas nas próximas semanas, dependendo das movimentações do grupo rebelde. O governo dos EUA tem monitorado possíveis respostas dos Houthis e de seus aliados, enquanto avalia a necessidade de reforço militar na região.

A comunidade internacional acompanha de perto a escalada do conflito, temendo um aumento das tensões que possa impactar o comércio global e a estabilidade no Oriente Médio.

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