O Tribunal de Contas da União determinou que o Ministério da Educação suspenda, no prazo de 60 dias, pagamentos considerados irregulares do programa Pé-de-Meia.
A decisão veio após uma auditoria que revelou falhas no controle dos benefícios. Entre os principais problemas estão depósitos realizados em CPFs de pessoas já falecidas, além de casos de beneficiários com renda acima do limite permitido e inconsistências em dados escolares.
Apesar da gravidade das irregularidades, o programa não será encerrado. O governo informou que os bloqueios atingem uma parcela muito pequena menos de 0,5% dos beneficiários e que os estudantes que cumprem os requisitos continuam recebendo normalmente.
A medida tem como objetivo corrigir falhas, evitar desperdício de recursos públicos e garantir que o benefício chegue a quem realmente precisa.






