Marlisson Vasconcelos Dantas, o maquiador suspeito de envolvimento com o grupo religioso que utilizava cetamina em rituais liderados por familiares de Djidja Cardoso, foi liberado do presídio nesta quinta-feira (13). Ele responderá ao inquérito em liberdade, porém sob monitoramento de tornozeleira eletrônica.
A Polícia Civil investiga se a morte de Djidja foi causada por overdose de alguma das substâncias distribuídas pelo grupo. Há suspeitas de que o grupo não apenas fornecia e distribuía cetamina, mas também incentivava seu uso recreativo.
A decisão de soltura foi emitida pela Justiça do Amazonas na quarta-feira (12). Marlisson deixou a unidade prisional no início da tarde e foi encaminhado para a Central de Alternativas Penais da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), em Manaus, onde recebeu a tornozeleira eletrônica para monitoramento de sua prisão domiciliar.
Em comunicado, a defesa do maquiador afirmou ter conseguido a liberdade após apresentar argumentos que demonstraram que ele não preenchia os requisitos para a prisão preventiva.
“A decisão foi tomada pela Justiça após análise dos argumentos da defesa, que comprovou que ele pode aguardar o desenrolar das investigações em liberdade, tendo a oportunidade de se defender de forma adequada”, destacou o comunicado.





