A empresária Daiana Schuinsekel de Almeida, presa pela Polícia Civil de São Paulo sob acusação de torturar e matar animais para vender vídeos na internet, foi flagrada deixando a delegacia após prestar depoimento às autoridades.
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Ao sair da unidade policial, Daiana evitou responder aos questionamentos da imprensa sobre arrependimento pelos crimes investigados. Cercada por policiais, ela declarou apenas que estava colaborando com as investigações e que forneceu as senhas de seus celulares para perícia.
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O caso ganhou repercussão nacional após a descoberta de vídeos de extrema violência contra filhotes de gatos, coelhos e pintinhos. Segundo as investigações, os conteúdos eram vendidos em plataformas fechadas para compradores internacionais.
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A suspeita foi identificada pela Polícia Civil por meio de tatuagens e marcas nas pernas que apareciam nas gravações dos vídeos. Durante a operação em um apartamento na região da Bela Vista, no centro de São Paulo, agentes apreenderam aparelhos eletrônicos e objetos supostamente utilizados nos crimes.
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Daiana deve responder por maus-tratos a animais, zoosadismo e comercialização de material com violência animal. O caso segue sob investigação.
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Suspeita de zoosadismo deixa delegacia sem responder sobre arrependimento
- Empresária presa por maus-tratos e morte de animais afirmou apenas que está colaborando com as investigações
Lêda Passos
Redatora informativa | Acadêmica de Jornalismo
dedicada a conteúdos que impactam o cotidiano.
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