Samanta, de 35 anos, foi encontrada sem vida em uma área de cultivo de cana-de-açúcar, em Capivari, no interior de São Paulo, após ficar três dias desaparecida. O caso aconteceu na semana passada e ainda é investigado pela Polícia Civil.
Segundo as informações divulgadas até o momento, a família havia registrado um boletim de ocorrência comunicando o desaparecimento da mulher. Ela teria saído de casa dizendo à mãe que não demoraria para retornar, mas não voltou.
O corpo foi localizado nas proximidades da Rua Armando Peresin, no bairro Jardim Florido. Um morador ou trabalhador rural teria avistado a vítima e acionado a Guarda Civil Municipal.
A perícia foi acionada e o corpo encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Piracicaba para os exames necessários. Samanta apresentava uma lesão no braço. O estado do corpo e os demais sinais encontrados no local serão analisados pelos peritos, que deverão apontar se havia indícios de violência e ajudar a determinar a causa e o horário aproximado da morte. Os detalhes oficiais dependem da conclusão dos exames necroscópicos.
A investigação também apura a possibilidade de que Samanta tenha sido levada ao canavial por outra pessoa. A desconfiança surgiu a partir das circunstâncias em que o corpo foi encontrado, da lesão no braço e de relatos sobre movimentações suspeitas de veículos nas proximidades. Imagens de câmeras de segurança da região estão sendo analisadas para identificar possíveis envolvidos e reconstruir os últimos passos da vítima.
A polícia ainda tenta esclarecer o motivo do crime e verificar se Samanta conhecia quem possa ter participado da morte. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a autoria, e ninguém foi preso.
Samanta era mãe de quatro filhos e, segundo relatos da família, era muito ligada aos familiares. A mãe da vítima chegou a pedir respostas e agilidade nas investigações, principalmente para entender por que a filha desapareceu e o que ocorreu antes de ela ser encontrada no canavial.







