O senador Rogério Marinho (PL-RN) colocou a reativação do Conselho de Ética do Senado entre as principais promessas de sua campanha à Presidência da Casa. O colegiado está paralisado desde julho de 2024, durante a gestão de Davi Alcolumbre (União-AP).
A falta de funcionamento impediu o andamento de diversas representações contra parlamentares, entre elas denúncias envolvendo Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Uma das representações contra Flávio trata de suspeitas de rachadinha, relacionadas ao período em que ele era deputado estadual no Rio de Janeiro. Outra, apresentada em 28 de outubro, questiona sua saída do Brasil e aponta possível abandono do mandato parlamentar.
Também existem pedidos de apuração relacionados a possíveis vantagens envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro e a produção do filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Apesar da promessa de Marinho, a retomada do Conselho de Ética pode não garantir a análise dos processos envolvendo Flávio. O mandato do senador termina em fevereiro de 2027, e a pauta do Congresso deve seguir ativa apenas até dezembro deste ano.
A disputa pela Presidência do Senado está prevista para 1º de fevereiro de 2027. Além de Marinho, apoiado pelo PL, Davi Alcolumbre busca a reeleição, enquanto a senadora Tereza Cristina (PP-MS) também aparece na disputa.






