MANAUS – A manauara Stephane Lopes utilizou seu perfil no Instagram para denunciar o que classificou como um atendimento inadequado em uma unidade da Hapvida, localizada no bairro Parque 10, zona Centro-Sul de Manaus.
Segundo Stephane, a consulta com a pediatra foi extremamente rápida e ignorou protocolos básicos, como o exame clínico detalhado da criança. A mãe relatou que a profissional teria afirmado que os sintomas apresentados não eram de sua especialidade, limitando-se a passar uma vitamina e um encaminhamento para outro médico.
“Fiquem atentas aos profissionais que não fazem o mínimo!”, alertou Stephane em suas redes, reforçando a frustração de pagar por um serviço de saúde e não receber o suporte esperado.
Repercussão e Rede de Apoio
Após a publicação do vídeo, o caso tomou proporções que a própria autora não esperava. Em comentário fixado em sua publicação, Stephane se disse “hiper mega supresa” com a repercussão e revelou que o desabafo serviu de consolo ao descobrir que muitas outras famílias passaram por situações idênticas na mesma unidade ou com a mesma rede de saúde.
A repercussão foi tão grande que Stephane viu seu número de seguidores saltar, aproximando-se da meta de 15 mil seguidores, transformando um momento de revolta em uma comunidade de alerta para outras mães.


Posicionamento
Até o fechamento desta matéria, a rede Hapvida não havia emitido um posicionamento oficial sobre o ocorrido. O espaço segue aberto para esclarecimentos por parte da instituição e da profissional envolvida.
O que diz a ética médica?
De acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), o médico deve realizar o exame clínico completo e dedicar o tempo necessário para o diagnóstico. A conduta de “apenas encaminhar” sem realizar o exame físico básico em uma criança é um dos pontos mais criticados por especialistas em humanização da saúde.
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