Uma proposta em tramitação no Congresso Nacional pode mudar de forma significativa a maneira como brasileiros realizam compras de alto valor. O Projeto de Lei 3.951/2019 prevê restrições ao uso de dinheiro em espécie, especialmente em transações como compra e venda de imóveis.
⠀
⠀
O texto já foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em março de 2026 e seguiu para análise da Câmara dos Deputados. Um dos principais pontos da proposta é a proibição total do uso de dinheiro vivo no mercado imobiliário, exigindo que todas as operações sejam feitas por meios rastreáveis, como transferências bancárias.
⠀
⠀
Além disso, o projeto não define valores fixos para outras transações em espécie. Essa responsabilidade ficará a cargo do Conselho Monetário Nacional, que deverá estabelecer limites e condições, com base em orientações de órgãos de controle financeiro.
⠀
⠀
Há ainda discussões paralelas no Congresso para ampliar essas restrições. Outras propostas sugerem que a proibição também alcance a compra de veículos e obras de arte, considerados setores com maior risco de uso para ocultação de recursos ilícitos.
⠀
⠀
Segundo o autor da proposta, o objetivo é aumentar a transparência nas operações financeiras e dificultar práticas como corrupção e lavagem de dinheiro, tornando mais fácil o rastreamento de movimentações suspeitas.
Projeto quer proibir uso de dinheiro vivo na compra de imóveis e bens de alto valor
- Proposta em análise no Congresso busca aumentar controle financeiro e combater crimes como lavagem de dinheiro
Lêda Passos
Redatora informativa | Acadêmica de Jornalismo
dedicada a conteúdos que impactam o cotidiano.
Relacionados

Serafim admite atraso e anuncia pagamento ao Sinetram após crise no transporte
21 de julho de 2026


Funerárias francesas ficam lotadas com excesso de mortes durante onda de calor
21 de julho de 2026



Espaço Publicitário
Últimas postagens

Serafim admite atraso e anuncia pagamento ao Sinetram após crise no transporte
21 de julho de 2026


Funerárias francesas ficam lotadas com excesso de mortes durante onda de calor
21 de julho de 2026

