As informações foram passadas ao vivo através da TV A Crítica, no programa Manaus Alerta, apresentado por Sikeira Júnior.

O delegado Aldeney Goes Alves representante do 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), pediu a prisão de todos os presentes na ocasião em que o engenheiro Flávio Rodrigues foi morto. Entretanto, uma delas, mais precisamente de Alejandro Molina Valeiko, não foi acatada, pois ainda estava sob análise. Alejandro era o anfitrião na casa onde estava a vítima antes de desaparecer e aparecer morta em um terreno baldio no dia seguinte.

A população questiona o motivo pelo qual Alejandro foi uma excessão, atribuindo ao fato de ele ser enteado do prefeito de Manaus. O que se sabe até o momento é que ele teria viajado para outro Estado, onde se internou em uma clínica para dependentes químicos.

O juiz plantonista que decretou os pedidos de prisão é Alcides Carvalho Vieira Filho, que, de acordo com informações repassadas ao vivo através da TV A Crítica, pediu afastamento do caso devido a proximidade com a família de um dos envolvidos. A juíza que acaba de assumir o caso já anunciou que em poucos minutos será expedido também o pedido de prisão de Alejandro.

Investigação

Barro em sapato de Alejandro Valeiko é periciado pela Polícia Civil

Sapatos estavam na área de serviço já sendo lavados, segundo perito. Amostra será comparada com local onde engenheiro Flávio Rodrigues foi encontrado morto na segunda-feira (30).

Além do barro, no calçado continha manchas de sangue do qual foi colhida amostras. “Só os exames poderão dizer de quem é o sangue”, disse o perito criminal Wanderley Pires.

De acordo com o perito, também foi possível coletar amostras de sangue na sala e na calçada do imóvel, mesmo depois do local, onde teria ocorrido o crime, ter sido lavado e arrumado. Elas foram encaminhas para o laboratório forense de DNA para serem analisadas e comparadas com amostras coletadas do corpo do engenheiro.

Ainda de acordo com Wanderley, a perícia feita na terça-feira durou mais de duas horas. Os peritos fizeram buscas de material para provas residuais na sala e na área de serviço. Para encontrar as amostras de sangue, os peritos utilizaram luzes forenses e luminol, recursos capazes de mostrar manchas de sangue mesmo depois de o local ter sido lavado.

Fonte: A Crítica