O presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, anunciou nesta quarta-feira (4) – horário local – a revogação da lei marcial que havia decretado na noite anterior. A medida, que visava conter “forças antiestatais”, foi rejeitada por unanimidade pela Assembleia Nacional, composta por 300 membros, incluindo aliados do próprio presidente.
A lei marcial imposta por Yoon suspendeu atividades parlamentares, proibiu manifestações e colocou a mídia sob controle militar. Em seu pronunciamento, o presidente acusou a oposição de paralisar o governo e de simpatizar com a Coreia do Norte, justificando a medida como necessária para proteger a ordem constitucional.
A decisão gerou protestos em frente ao Parlamento e preocupações internacionais, incluindo dos Estados Unidos, que expressaram expectativa de uma resolução pacífica e conforme o Estado de Direito.
Após a votação parlamentar que rejeitou a lei marcial, Yoon Suk Yeol anunciou que suspenderia a medida, retirando as tropas do Parlamento e restaurando a normalidade institucional.






