Manaus | 4 de junho de 2026 | 10:29:45

Polêmicas que envolveram a abertura das olimpíadas 2024

Dois homens se beijando, ‘drag queens’ recriando a Última Ceia e uma modelo trans: a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 incluiu referências à comunidade LGBTQIA+.

Um dos momentos marcantes foi um quadro artístico intitulado “Festividade”. Esta etapa da cerimônia começou com a imagem de um grupo sentado junto a uma mesa, no qual estavam várias ‘drag queens’ célebres, em uma cena que lembrava a Última Ceia de Jesus Cristo com seus apóstolos.

A bandeira olímpica foi hasteada de cabeça para baixo, um episódio que não passou despercebido pelos espectadores e rendeu muitos comentários nas redes sociais:

“Em muitos países, uma bandeira invertida é considerada crime e profanação, ao lado de queimadas públicas, cortes e outras ações semelhantes. Em outras nações, esse ato simboliza um desastre ou derrota iminente. Historicamente, navios de guerra hasteavam suas bandeiras de cabeça para baixo para sinalizar que estavam em perigo”, disse um internauta.

O Ministério do Esporte usou seu perfil no X (ex-Twitter) para fazer um post considerado racista por internautas. Depois das críticas, a publicação foi apagada e a pasta informou que vai demitir o responsável.

O post mostrava um macaco de chapéu em um barco e a mensagem: “Todo mundo aguardando o nosso barco”, uma alusão à delegação olímpica brasileira na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Paris.

A cerimônia teve cerca de quatro horas de duração. Além das passagens das delegações de atletas pelo Rio Sena, o evento destacou fatos históricos e culturais da França.

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