Após a morte da ex-sinhazinha Djidja Cardoso, e do caso ficando conhecido na imprensa, diversas imagens dela e de sua família circularam livremente nas redes sociais, gerando questionamentos sobre a privacidade e o respeito à imagem dos envolvidos.
O delegado-geral adjunto da Polícia Civil, Guilherme Torres, fez um alerta durante coletiva nesta sexta-feira (07), sobre a exposição excessiva em torno da imagem dos envolvidos no caso Djidja Cardoso.
“A pessoa, ainda que morta, ela preserva os direitos da imagem. Nós estamos vendo publicações ofensivas a imagem de todas essas pessoas envolvidas nesse evento funesto, uma tragédia envolvendo toda uma família”, disse o delegado.
A PC pediu que a cobertura pelos meios de comunicação, seja feita de forma que preserve a imagem da pessoa falecida e dos familiares envolvidos, afim de evitar uma exposição midiática fúnebre, podendo até mesmo vir a ser criminosa.
A apuração e divulgação séria das informações, devem ser feitas de forma adequada, podendo evitar estigmas e promover uma cobertura informativa, responsável e ética.





