Um passageiro foi retirado de um voo da LATAM no Aeroporto Internacional de Brasília, na sexta-feira, 16 de janeiro de 2026, após se recusar a cumprir uma regra básica de segurança aérea: ativar o modo avião do celular. Recusa e tensão a bordo.
De acordo com relatos, o homem se negou a ativar o modo avião e também recusou-se a mostrar o aparelho aos comissários. Em tom desafiador, afirmou que “nem se o avião caísse” obedeceria à instrução da tripulação.
Diante da recusa e do comportamento considerado inadequado, a equipe solicitou que o passageiro desembarcasse voluntariamente, o que também foi negado.
Ação da Polícia Federal
Com a situação fora de controle, a Polícia Federal (PF) foi acionada para retirar o passageiro da aeronave. A intervenção resultou em um atraso significativo no voo, originalmente previsto para as 17:45, que só decolou às 19:20, após quase duas horas de espera.
Por que o modo avião é obrigatório?
Segundo normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e protocolos internacionais de segurança, dispositivos eletrônicos só podem ser utilizados a bordo quando estão em modo avião. O uso do celular com sinal ativo pode causar interferências nos sistemas de comunicação e navegação, incluindo ruídos na comunicação entre a cabine e a torre de controle, o que representa risco à segurança do voo.
Consequências legais
A recusa em seguir instruções de segurança é classificada como comportamento indisciplinado. Nesses casos, a companhia aérea tem respaldo legal para impedir o passageiro de seguir viagem, garantindo a segurança, a ordem e o cumprimento das normas a bordo.
O episódio reforça que regras de segurança aérea não são opcionais e que o descumprimento pode resultar em retirada do voo e outras medidas legais.






