A Comissão de Meio Ambiente da Ordem dos Advogados do Brasil, no Amazonas, alertou hoje o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam)  sobre o alto risco do rompimento nas barragens em Presidente Figueiredo. A delegação indica uma vistoria urgente no local.

A determinação iniciou após o comitê tomar conhecimento de um estudo realizado pelo perito especializado em auditoria e gestão ambiental Clemerson de Sales, destacando o alto risco de rompimento nas barragens em Presidente Figueiredo.

A pesquisa foi batizada como “Licenciamento Ambiental de Atividades de Mineração em Unidades de Conservação do Amazonas: incidência, suporte jurídico-administrativo e aperfeiçoamento”, desenvolvida durante curso de especialização em Gestão de Áreas Protegidas na Amazônia.

“Temos essa grande tragédia ambiental se repetindo em Brumadinho (MG) onde constam relatórios que o risco do rompimento dessa barragem em Minas era menor que o risco em  Presidente Figueiredo”, justificou o presidente da seccional, Marco Aurélio de Lima Choy.

Barragens

Segundo a Gerência de Segurança de Barragens de Mineração da Superintendência de Produção Mineral existem cerca de 15 barragens pertencentes à Mineração Taboca S/A, instaladas em Figueiredo. Todas possuem como atividade de exploração o estanho primário.