Em uma era em que a maternidade é constantemente romantizada nas redes sociais, muitas mães estão vivenciando um dilema silencioso e doloroso: não gostar do próprio filho.
Esse sentimento, frequentemente visto como um tabu, pode gerar culpa e vergonha, mas é mais comum do que se imagina.
Especialistas apontam que é crucial reconhecer e aceitar esses sentimentos, em vez de reprimí-los. “Sentir que não gosta do próprio filho pode ser devastador, mas é importante entender que não define o amor ou o cuidado que se tem pela criança”, explica a psicóloga clínica Mariana Andrade. Quando esses sentimentos persistem, levar o assunto para a terapia pode ser uma saída valiosa. A terapia oferece um espaço seguro para explorar os motivos por trás desses sentimentos e encontrar maneiras de melhorar a relação com o filho. “A terapia ajuda a mãe a entender suas próprias necessidades e limitações, a lidar com expectativas irreais e a desenvolver estratégias para se conectar melhor com a criança”, acrescenta Mariana
Buscar ajuda profissional não é sinal de fraqueza, mas um passo corajoso para construir uma relação mais saudável e feliz.










