Manaus | 3 de junho de 2026 | 03:49:38

Novo laudo não consegue determinar causa da morte do cão comunitário Orelha

O novo laudo pericial sobre a morte do cão comunitário Orelha, obtido com exclusividade pela NSC TV em 26 de fevereiro de 2026, não conseguiu determinar a causa exata do falecimento do animal.

O exame, realizado após a exumação do corpo em 11 de fevereiro, descartou fraturas no esqueleto que pudessem indicar ação humana direta ou agressão por objeto contundente, além de refutar a hipótese de um prego no crânio. No entanto, os peritos ressaltaram que a ausência de fraturas não exclui a possibilidade de um trauma craniano.

A exumação foi um dos 35 pedidos feitos pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) para complementar a investigação anterior da Polícia Civil. Laudos clínicos preliminares de janeiro apontavam lesões graves na cabeça, inchaço severo e possíveis fraturas na mandíbula e maxilar, sugerindo agressão fatal. Já o novo laudo, focado na análise óssea, não encontrou tais fraturas, trazendo divergências na investigação.

O inquérito policial havia sido concluído em 3 de fevereiro, com indiciamento de um adolescente pelas agressões. Atualmente, o caso corre em segredo de Justiça, e o Ministério Público aguarda o envio de vídeos para concluir sua análise.

Na manhã de 26 de fevereiro, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão contra investigados por maus-tratos e coação de testemunhas no processo.

O caso segue sob acompanhamento das autoridades, com o objetivo de esclarecer completamente as circunstâncias da morte do cão e responsabilizar os envolvidos.

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