Desde o início desta semana, passou a valer em todo o Brasil a nova regulamentação da gasolina automotiva, com alterações na composição e nas especificações técnicas do combustível vendido nos postos. A mudança atende a exigências da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e tem como objetivo melhorar o desempenho dos veículos e reduzir emissões poluentes.
A principal mudança está na massa específica e no teor de octanagem, que resultam em uma gasolina mais densa, com maior eficiência energética. A expectativa é de que os carros passem a fazer mais quilômetros por litro, principalmente os modelos fabricados a partir de 2010.
Contudo, especialistas alertam para alguns cuidados no momento de abastecer:
Evite misturar combustíveis diferentes (antigo e novo) no tanque;
Prefira postos confiáveis, pois o risco de adulteração também aumenta em períodos de transição;
Observe o comportamento do motor após os primeiros abastecimentos com a nova gasolina — falhas, engasgos ou quedas bruscas de rendimento devem ser avaliadas por um mecânico;
Carros mais antigos podem apresentar adaptação mais lenta, exigindo revisão no sistema de injeção.
De acordo com a ANP, a mudança está alinhada com padrões internacionais, como os adotados pela Europa e Japão. O consumidor deve ficar atento à procedência do combustível e à regularidade da manutenção do veículo para aproveitar os benefícios dessa nova formulação.






