Manaus | 25 de julho de 2026 | 13:55:02

Mulher que queimou amante vivo é presa quase dois anos após o crime

Quase dois anos após cometer um crime brutal, uma mulher foi presa acusada de atear fogo no próprio amante, no bairro do Lins, na zona norte do Rio de Janeiro. A vítima, Carlos Alberto Mota Maia, de 69 anos, teve mais de 70% do corpo queimado e morreu dias depois no hospital.

A autora do crime, de 49 anos, foi localizada e presa nesta semana pela Polícia Civil do Rio, após uma investigação que reuniu provas, depoimentos de vizinhos e laudos periciais. O crime aconteceu em setembro de 2023, mas a acusada estava foragida desde então.

Crime cruel por dinheiro

De acordo com a polícia, o assassinato teria sido motivado por uma discussão por dinheiro. A suspeita teria exigido uma quantia em espécie do amante, e após ele se recusar, ela jogou álcool sobre o corpo do idoso e ateou fogo. Testemunhas relataram que ela assistiu à vítima em chamas sem demonstrar arrependimento.

Carlos Alberto chegou a ser socorrido com vida, mas não resistiu à gravidade das queimaduras.

“Foi um crime premeditado, cometido com crueldade. A vítima tentou correr, gritar por socorro, mas ela simplesmente observava tudo. É uma cena que chocou até os policiais experientes”, disse um dos investigadores do caso.

A mulher foi presa preventivamente e vai responder por homicídio qualificado. Segundo o delegado responsável, ela será encaminhada ao sistema prisional e pode pegar até 30 anos de prisão.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Relacionados

Espaço Publicitário

Últimas postagens