Uma mulher de 60 anos sofreu graves complicações após receber aplicações de um coquetel de vitaminas intravenoso, popularmente vendido como reforço para energia e imunidade. Após a segunda dose, ela começou a apresentar sintomas como urina escura, dores abdominais e febre. Dias depois, perdeu as forças, sofreu paradas respiratórias e precisou ser internada às pressas.
O diagnóstico apontou hipervitaminose, intoxicação causada pelo excesso de vitaminas no organismo. O quadro provocou hemorragia interna, comprometimento dos rins e risco de morte. A paciente foi transferida em estado crítico e permaneceu 28 dias em coma e sete meses internada na UTI.
Hoje, mesmo após a recuperação dos órgãos, ela enfrenta sequelas físicas e emocionais, como dificuldade para caminhar, uso contínuo de medicamentos e síndrome do confinamento. Especialistas alertam que esse tipo de tratamento só deve ser feito em condições específicas e sob rigoroso acompanhamento médico.









