O Ministério Público do Amazonas (MPAM) abriu uma investigação para apurar a gestão dos recursos oriundos de royalties de petróleo pelo prefeito de Rio Preto da Eva, Anderson José de Sousa (União Brasil). A suspeita envolve o uso e a aplicação dos valores recebidos pelo município, que, mesmo sem produção de petróleo em seu território, foi beneficiado por decisões judiciais que garantiram o repasse.
O inquérito, conduzido pela promotoria de Justiça local, busca entender se a utilização desses recursos respeitou os princípios de legalidade, transparência e moralidade, além de verificar a legalidade das operações administrativas que possibilitaram o recebimento dos valores. O caso também examina a suposta participação de um lobista que teria orientado a contratação de escritórios de advocacia para mediar as compensações financeiras entre 2022 e 2023.
O MPAM reforça que a fiscalização é essencial para garantir a aplicação correta dos recursos públicos, especialmente em um cenário onde outros municípios amazonenses, sem produção petrolífera, também têm recebido valores expressivos de royalties. A investigação está em andamento, e novas informações devem ser divulgadas em breve.






