A monkeypox, também chamada de Mpox ou varíola dos macacos, voltou a preocupar autoridades de saúde no Brasil em 2025. A doença, que se transmite principalmente por contato direto com lesões, secreções corporais ou objetos contaminados, tem registrado novos casos em diferentes regiões do país, especialmente após eventos de grande aglomeração, como o Carnaval.
Atualmente, casos confirmados foram registrados em cidades como Salvador (BA), São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Pelotas (RS), Lajeado (RS) e Presidente Epitácio (SP). Salvador, em especial, chama atenção pelo crescimento expressivo dos registros após o Carnaval, período em que a cidade recebeu um fluxo intenso de turistas.
Em Salvador, as autoridades de saúde já reforçaram campanhas de prevenção, alertando a população para os sintomas iniciais, como febre, mal-estar e lesões na pele. A recomendação é que pessoas que participaram de eventos e que apresentem qualquer sinal da doença procurem atendimento médico imediato.
O vírus, embora muitas vezes apresente evolução leve, pode se tornar grave em pessoas imunossuprimidas ou com comorbidades. O contato próximo, como abraços, beijos e relações íntimas, facilita a disseminação da doença.
Entre os casos relacionados a Salvador está o do cantor paraense Gutto Xibatada, que teria contraído a doença durante o Carnaval e não resistiu às complicações em Belém. A morte do artista acendeu o alerta para os riscos que a monkeypox representa mesmo entre adultos jovens.
Diante do avanço dos casos, estados e municípios reforçam a importância do diagnóstico precoce, do isolamento dos infectados e da adoção de medidas preventivas, sobretudo em ambientes com grande circulação de pessoas.
A situação segue em monitoramento em todo o país.







